História, Lenda, Mitologia e Logia dos Orishas Osoosi, (Oxosi) , Osain


Sua doação irá nos ajudar a manter nosso espaço Orossi em funcionamento e torná-la mais útil para você. http://br.geocities.com/toluaye

      

Òsóòsì

Qualidade de Oxóssi

  • Òdé
  • Otin
  • Òdéarólé
  • Akeran
  • Ajayipapo
  • Danadana
  • Apáòka
  • Inlè
  • Irinlè
  • Ibualama
  • Isambu

 

Aspectos Gerais

·         DIA: Quinta-feira

·         DATA: Corpus Christi(BA), “23 de abril (SP), 20 de janeiro”
(RJ)

·         COR: Azul-Turquesa

·         COMIDAS: Frutas, (feijão fradinho torrado), axoxó (milho cozido com coco)

·         SÍMBOLOS: Ofá (arco), damatá (flecha), erukeré

·         ELEMNTO: Terra (florestas e campos cultiváveis)

·         REGIÃO DA ÁFRICA: Kêtu

·         PEDRAS: Turquesa, água-marinha

·         FOLHAS: Aroeira, peregun (pau-d’água), erva pombinho
(quebra-pedra), pega-pinto, alecrim-do-campo

·         ODU QUE REGE: Obará e Odi

·         DOMÍNIOS: Caça, agricultura, alimentação e fartura

·         SAUDAÇÃO: Òké Aro!!! Arolé!

 

Origem e História

Oxóssi (Òsóòsi) é o deus caçador, senhor da floresta e de todos os seres que nela habitam, orixá da fartura e da riqueza. Atualmente, o culto a Oxossi está praticamente esquecido na África, mas é bastante difundido no Brasil, em cuba e em outras partes da América onde a cultura ioubá prevaleceu. Isso se deve ao fato de a cidade de Kêtu, da qual era rei, ter sido destruída quase por completo em meados do século XVIII, e seus habitantes, muitos consagrados a Oxossi, terem sido vendidos como escravos no Brasil e nas Antilhas. Esse fato possibilitou o renascimento de Kêtu, não como estado, mas como importante nação religiosa do Candomblé brasileiro.

Oxóssi é o rei de Kêtu, segundo dizem, a origem da dinastia. A Oxóssi, são conferidos os títulos de Alakétu, Rei, Senhor de Kêtu, e Oníìlé, o dono da Terra, pois na África cabia ao caçador descobrir o local ideal para instalar uma aldeia, tornando-se assim o primeiro ocupante do lugar, com autoridade sobre os futuros habitantes. É chamado de Olúaiyé ou Oni Aráaiyé, senhor da humanidade, que garante a fartura para seus descendentes.


Na história da humanidade, Oxóssi cumpre um papel civilizador importante, pois na condição de caçador representa as formas mais arcaicas de sobrevivência humana, a própria busca incessante do homem por mecanismos que lhe possibilitem se sobressair no espaço da natureza e impor  sua marca no mundo desconhecido.

A coleta e a caça são formas primitivas de busca de alimento, são os domínios de Oxóssi, orixá que representa aquilo que há de mais antigo na existência humana: a luta pela sobrevivência. Oxóssi é o orixá da fartura e da alimentação, aquele que aprende a dominar os perigos da mata e vai e busca da caça para alimentar a tribo. Mais do que isso, Oxóssi representa o domínio da cultura (entendendo a flecha como utensílio cultural, visto que adquire significados sociais, mágicos, religiosos) sobre a natureza.

Astúcia, inteligência e cautela são os atributos de Oxóssi, pois, como revela a sua história, esse caçador possui uma única flecha, por tanto, não pode errar a presa, e jamais erra. Oxóssi é o melhor naquilo que faz, está permanentemente em busca da perfeição.

Na África, os caçadores que geralmente são os únicos na aldeia que possuem as armas, têm a função de salvar a tribo, são chamados de Oxô, que significa guardião. Oxóssi também foi um Òsó, mas foi um guardião especial, pois salvou seu povo do terrível pássaro das Iyá-Mi.

Outras histórias relacionadas a Oxossi o apontam como irmão de Ogum. Juntos, eles dominaram a floresta e levaram o homem à evolução. Além de irmão, Oxóssi é grande amigo de Ogum-dizem até que seria seu filho, e onde está Ogum deve estar Oxóssi, suas forças se completam e, unidas, são ainda mais imbatíveis.

Oxóssi mantém estreita ligação com Ossaim (Òsanyìn), com quem aprendeu o segredo das folhas e os mistérios da floresta, tornou-se um grande feiticeiro e senhor de todas as folhas, mas teve que se sujeitar aos encantamentos de Ossaim.

A história mostra Oxóssi como filho de Iemanjá, mas a sua verdadeira mãe, segundo o mais antigos, é Apaoká a jaqueira, que vem a ser uma das Iyá-Mi, por isso a intimidade de Oxóssi com essa árvore.

A rebeldia de Oxóssi é algo latente em sua história. Foi desobedecendo às interdições que Oxóssi tornou-se orixá.

A exemplo de Xangô, Oxóssi é um orixá avesso à morte, porque é expressão da vida. A Oxóssi não importa o quanto se viva, desde que se viva intensamente. O frio de Ikú (a morte) não passa perto de Oxóssi, pois ele não acredita na morte.

Odé não chega perto da morte
Ele se assenta em terras estranhas
Odé me olha e me dá medo.

Òsonyín

Aspectos Gerais

·         DIA: Quinta-feira.

·         DATA: 5 de outubro.

·         METAL: Estanho.

·         CORES: Verde e branco.

·         COMIDAS: Fumo, mel, milho vermelho, espigas regadas com mel.

·         SÍMBOLOS: Haste ladeada por sete lanças com um pássaro no topo (árvore estilizada).

·         ELEMENTOS: Floresta e plantam selvagens (terra).

·         REGIÃO DA ÁFRICA: Iraó.

·         PEDRA: Esmeralda.

·         FOLHAS: Peregun, são-gonçalinho, garobinha-mas toda as folhas são de Ossaim.

·         ODU QUE REGE: Iká.

·         DOMÍNIOS: Medicina e liturgia através das folhas.

·         SAUDAÇÃO: Ewé ó assá!

Sua doação irá nos ajudar a manter nosso espaço Orossi em funcionamento e torná-la mais útil para você. http://br.geocities.com/toluaye

 

Origem e História

Kó si ewé, kó sí Òrìsà, ou seja, sem folhas não há orixá, elas são imprescindíveis aos rituais do Candomblé. Cada orixá possui suas próprias folhas, mas só Ossaim (Òsanyìn) conhece os seus segredos, só ele sabe as palavras (ofó) que despertam seu poder, sua força.

Ossaim desempenha uma função fundamental no Candomblé, visto que sem folhas, sem sua presença, nenhuma cerimônia pode se realizar, pois ele detém o axé que desperta o poder do ‘sangue’ verde da folhas.

As folhas de Ossaim veiculam o axé oculto, pois o verde é uma das qualidades do preto. As folhas e as plantas constituem a emanação direta do poder da terra fertilizada pela chuva. São como as escamas e as penas, que representam o procriado. O sangue das folhas é uma das forças mais poderosas, que traz em si o poder do que nasce e do que advém.

É preciso esclarecer que o sangue (ejé) é um elemento essencial no Candomblé. Três são os tipos de sangue: o vermelho, dos animais, do azeite-de-dendê, do mel; o preto (verde), do sumo das folhas, e o branco, do sêmen, do vinho de palma, da água.

As folhas constituem o fundamento inicial do Candomblé. Antes de passar por qualquer ritual, o neófito tomará o banho de ervas (amassi) que o purificará e será sua primeira consagração dentro do culto. É com o amassi que se lavam os colares, os objetos rituais do ibá, a cabeça, a alma e o corpo dos iniciados. É sobre as folhas sagradas de ossaim que repousará o iaô em sua consagração ao orixá. É com as folhas que os animais consentem o sacrifício. Ossaim é, portanto, a primeira consagração no Candomblé: primeira e constante, pois a folha faz parte do dia-a-dia dos adeptos do Candomblé; Ossaim é imprescindível à religião, dos orixás e aos iniciados.

Todas as folhas possuem poder, mas algumas têm finalidades específicas e não servem para o banho ritual. Nem todas as folhas servem para os ritos do Candomblé. Nos banhos de amassi, por exemplo, devem ser utilizadas folha não-leitosas que não queimem; outras, como o Oju-orô, devem passar por uma preparação especial antes de ser utilizadas nos banhos. Em outros termos, existem folhas que podem ser usadas nos rituais e folhas que não podem; outras devem passar por ritos especiais, algumas folhas não servem para o banho. Enfim, as folhas possuem inúmeras utilidades dentro e fora do Candomblé, mas é preciso que o sacerdote saiba utilizá-las de maneira correta.

Ossaim é o grande sacerdote das folhas, grande feiticeiro, que por meio das folhas pode realizar curas e milagres, pode trazer progresso e riqueza. È nas folhas que está à cura para todas as doenças, do corpo ou do espírito. Portanto, precisamos lutar por sua preservação, para que conseqüências desastrosas não atinjam os seres humanos.

A floresta é a casa de Ossaim, que divide com outros orixás do mato, como Ogum e Oxóssi, seu território por excelência, onde as folhas crescem em seu estado puro, selvagem, sem a interferência do homem; é também o território do medo, do desconhecido, motivo pelo qual nenhum caçador deve penetrar na floresta na mata sem deixar na entrada alguma oferenda, como alho, fumo ou bebida. Medo de que? Medo dos encantamentos da floresta, medo do poder de Ogum, de Oxóssi, de Ossaim; respeito pelas forças vivas da natureza, que não permitem a pessoas impuras ou mal-intencionadas penetrar em sua morada. Se nela entrarem, talvez jamais encontrem o caminho de volta.

Ossaim teria um auxiliar que se responsabilizaria por causar o terror em pessoas que entram na floresta sem a devida permissão. Aroni seria um misterioso anãozinho perneta que fuma cachimbo (figura bastante próxima ao Saci-Pererê), possui um olho pequeno e o outro grande (vê com o menor) e tem uma orelha pequena e a outra grande (ouve com a menor). Muitas vezes Aroni é confundido com o próprio Ossaim, que, segundo dizem, também possui uma única perna. Não se pode por isso confundir Ossaim com o Saci-Pererê, que é um personagem do folclore brasileiro. Ossaim é orixá de grande fundamento, que possui uma só perna porque a árvore, base de todas as folhas possui um só tronco.

De acordo com a história desse orixá, há uma rivalidade entre Ossaim e Orunmilá, que reflete, na verdade, a antiga disputa entre os Oníìsegùn – mestres em medicina natural que dominavam o poder das folhas – e os Babalawó – sacerdotes versados nos profundos mistérios do cosmo e do destino dos seres, os pais do segredo.

Ossaim é um orixá originário da região de Iraó, na Nigéria, muito próxima à fronteira com o antigo Daomé. Não faz parte, como muitos pensam, do panteão jeje assimilado pelos nagô, como Nana, Omolu, Oxumaré e Ewá. Ossaim é um deus originário da etnia ioruba. Contudo, é evidente que entre os jeje havia um deus responsável pelas folhas, e Ágüe é o seu nome, por isso Ossaim dança bravun e sató, a exemplo dos deuses do antigo Daomé.
Uma confusão latente se refere ao sexo de Ossaim; é preciso esclarecer que se trata de um orixá do sexo masculino. Entretanto, como feiticeiro e estudioso das plantas, não teve tempo de relacionamentos amorosos. Sabe-se que foi parceiro de Iansã, mas o controvertido relacionamento com Oxóssi, que ninguém pode afirmar se foi ou não amoroso, é o mais comentado.

Na verdade, Ossaim e Oxóssi possuem inúmeras afinidades: ambos são orixás do mesmo espaço, da floresta, do mato, das folhas, grandes feiticeiros e conhecedores dos segredos da mata, da Terra.

Em uma casa de candomblé, um dos elementos principais e que requer grande sabedoria são as folhas. As folhas quando chegam na casa devem primeiramente descansar por algum tempo, depois devem ser bem lavadas, são colocadas sobre a ení (esteira) para que o Babalorixá ou Iyalorixá possa rezá-las com cântigas das folhas ou de cada fôlha especificamente. O Bàbá ou Ìyá abrirá um Obí, confirmará as folha…s escolhidas, mastigará o obí espargindo-os sobre as folhas com seu hálito, sua saliva, seu axé, suas palavras mágicas, para logo depois soltar as folhas para macerar. Vale ressaltar que após a masseração, o banho descansa um pouco e o que sobrou do banho, já cuado, irá para o ojúbo de Òsanyìn da casa, e todos igbá Orixás pertinentes a pessoa.
Todas as obrigações, além da iniciação, em que tiver sacrifício de animais serão sempre precedidos dessa liturgia sagrada sendo um orô obrigatório, sempre com louvação a Pai Òsányìn, no qual chamamos comumente de Sasányìn ou seja Asá Òsányìn.
“Korin Ewé”, isto é, cantar Folhas em louvar a Òsányìn, aos Bàbás, Ìyás, ancestrais, aos ègbóns, sua raiz e àse, Ogans e Ekedis, aos Orixás e ojubós da casa, a Òrúnmìlà e por fim a Òsàlá.  O primeiro korín ewé entoado é o Pèrègún ou o Akokô, consideradas as primeiras folhas ou as folha ancestralizada e mais velha: asà o, erù ejé.

“Pèrègún àlàxó titun ô
Pérègún àlà titun
Bàbá pèrègún àlà o merin
Pèrègún àlàxó titun ô”

Airokò akokoô Aráwyé aguésemin
àlàdó igue igue akokoô, aráibóbó odédeban.
Ara odédeban, Ara odédeban
Aráibóbó Ará odédeban.
Sem esse entendimento não haverá a presença do Orixá, o velho provérbio das casas diz: Kó sí ewé, kó sí Orixá! (Sem folha não há Orixá).
Finaliza-se o culto com os cântigos das três águas, o omièrò de àse, reverenciando o Màrìwò e Òsányìn.

“Biribiri bí ti màrìwò
jé òsányìn málé ê màrìwò
Biribiri bí tí màrìwò
Bá wa t’órò wa se màrìwò”.

Só Òsányìn conhece os segredos das folhas, só os ofós entuado pelo Olosányìn, Babalosáyìn, o próprio Babalorixá ou Iyalorixá cumprirá a função de despertar o seu poder e força, realizando assim o grande AWO (segredo e mistério), não podendo delegar esta função a nehum outro filho; o ejé verde é fundamental em toda liturgia.

2008 agboro e yagba 1252008 agboro e yagba 1262008 agboro e yagba 1272008 agboro e yagba 128

Sua doação irá nos ajudar a manter nosso espaço Orossi em funcionamento e torná-la mais útil para você. http://br.geocities.com/toluaye

Sasanha, Sasanhe ou Sasanin.

Sasányìn, é um ritual onde se cantam as folhas e Ófòs são as rezas para Òsányìn com a intenção de despertar o asé contido nas folhas e esse ritual pode ser cantado em vários momentos do culto à òrìsà. Esse ritual tem sequência, e cada folha têm seu Ófò cantado e relacionado aos òrìsàs correspondentes. Um Ófò muito usado é o Àsà o erú ajé (que quer dizer: assim seja, o escravo vai funcionar). Pode-se observar, às vezes, que nem todas as espécies de folhas cantadas se encontram presentes no momento do ritual. Porém, o fato de louvá-las faz com que as suas substitutas exerçam o mesmo papel. Este ritual geralmente é restrito aos membros da casa de asé e constitui um dos mais tocantes e belos espetáculos da comunidade, momento também para transmissão do saber e quando se vai introjetando, tanto a musicalidade, como o conhecimento a respeito das “folhas”. As folha tem características pela sua força de essência. Veja algumas folhas que são cantadas: – Relacionadas a Calma (èrò): Ìrokò, òdundún Èèrò ìrokò Ìrokò ìso Èrò ìrokò ìso èrò

Calma é de Ìrokò Ìrokò não falha Calma é de Ìrokò, calma não falha – Relacionadas a Agitação (gún): Pèrègún, Tètèrègún Pèrègún alára gígún o Pèrègún alára gígún o Oba kò ní jé o roró okán Pèrègún alára gígún o Pèrègún gbà agbára tuntun

Pèrègún tem o corpo excitado Pèrègún tem o corpo excitado Rei não deixa ter problemas de coração Pèrègún tem o corpo excitado Pèrègún dá nova força – Relacionada a Terra (ewé ilè ou ewé igbó): Ata Ata kò ro jù ewé o A l´lé kò ro jì igbó òògùn Ata kò ro jù ewé o A l´lé kò ro jì igbó òògùn

Pimenta não é mais forte que a folha Vento não é mais forte que a floresta de remédios Pimenta não é mais forte que a folha Vento não é mais forte que a floresta de remédios – Relacionada a Água (ewé omi): Òsíbàtà, Ójuóró Òsíbàtà t´òké omi Òsíbàtà t´òké odò Òsíbàtà t´òké omi Òsíbàtà t´òké odò Awolé nìdì òpè Òsíbàtà t´òké omi Òsíbàtà t´òké òdàn Òsíbàtà t´òké omi Ójuóró nii Lóke omi Ójuóró nii Lóke omi Awolé nìdì òpè Òsíbàtà nii Lóke odò Ójuóró nii Lóke omi Ójuóró nii Lóke omi

Òsíbàtà fica sobre as águas Òsíbàtà fica sobre o rio Òsíbàtà fica sobre as águas Òsíbàtà fica sobre o rio Sempre juntas estão Òsíbàtà fica sobre as águas Òsíbàtà fica sobre o brilho Òsíbàtà fica sobre as águas Ójuóró sobre a água Ójuóró sobre a água Sempre juntas estão Òsíbàtà fica sobre o rio Ójuóró sobre a água Ójuóró sobre a água – Relacionada ao Fogo (ewé inón): Igbá Ààjà (Ààjà também é denominação dada a Àrònì, companheiro de Òsányìn) Ààjà wu na gbúrúrú Ààjà wu na gbúrúrú Ààjà wu na wu inón

Ààjà abre caminho estreito Ààjà abre caminho estreito Ààjà de fogo – Relacionada ao Ar: Ewé Mésàn (pára-raio, folha de Oya normalmente usada na entrada de locais destinados ao culto aos antepassados) – Relacionada as Árvores (Igi): E ìrokò ìí korò o O igi eiye ti t´èmi O igi eiye kò gbò jò A ìrokò akin dègùn E a ìrokò ìí roko o A e igi eiye ti t´èmi O igi eiye ìrokò A ìrokò akin dègùn Ye a ìrokò ìí roko o A ye igi eye ti t´èmi O igi eiye ko gbo jo A ìrokò akin dègùn akin dègùn, akin dègùn A ìrokò akin dègùn Ìrokò não semeado Árvore de pássaro meu Árvore de pássaro não recebeu chuva Ah! Ìrokò poderoso refúgio Ìrokò não semeado Árvore de pássaro meu Oh! Árvore de pássaro Ìrokò Ah! Ìrokò poderoso refúgio Sim, Ìrokò não semeado Ah! Sim, árvore de pássaro meu Árvore de pássaro não recebeu chuva Ah! Ìrokò poderoso refúgio poderoso refúgio, poderoso refúgio Ah! Ìrokò poderoso refúgio – Relacionada aos Arbustos e espécies rasteiras (kékéré): E omodé kékéré ènyin ènyin nsé idi n´kan nlá ènyin nsé idi n´kan nlá K´àwa fún nwon láse o Àwa nsé idi n´kan nlá E omodé kékéré ènyin Àwa nsé idi n´kan nlá K´àwa fún nwon láse o Àwa nsé idi n´kan nlá

E! crianças pequenas, vocês Vocês estão fazendo coisa grande Vocês estão fazendo coisa grande Nós damos asé a vocês Nós fazemos coisa grande E! crianças pequenas, vocês Nós fazemos coisa grande Nós damos asé a vocês Nós fazemos coisa grande

– Relacionada a Parasitas e Plantas aéreas (Àfòmón): Àwa kòso káàbò l´esí Àwa kòso káàbò l´esí Àfòmó ti bèèrè, awa kòso káàbò l´esí Agè Àwa kò s´àgò la so, àwa kò s´àgò la so Kùkùté ti bí kan, àwa ka s´àgò la so Agè Àwa kò s´àgàn olómo Àwa kò s´àgàn olómo Àfòmó ti bi kan, àwa kò s´àgàn olómo Agè Nós não dissemos bem vindo ano passado Nós não dissemos bem vindo ano passado àfòmó perguntou se não dissemos bem vindo ano passado a Agué Não pedimos licença é o que dissemos O toco brotou, nós contamos que pedimos licença, É o que dissemos a Agué Não seremos estéreis Não seremos estéreis Àfòmó nasceu um, não seremos estéreis Agué – A relação do Pássaro com Òsányìn, sendo este seu mensageiro e veículo de poder, pode ser percebida, além de estar presente na representação deste òrìsà (nos assentamentos) na cantiga: Òpeèré Òsányìn ìn s´ibú Kúrú ìde akàkà Òpeèré Òsányìn ìn s´ibú Bàbá Kúrú ìde akàkà

Òpeèré de Òsányìn voa profundo O pequenino não muda a natureza Òpeèré de Òsányìn voa profundo, Pai O pequenino não muda a natureza – Esta é uma pequena explanação sobre este ritual tão rico em detalhes. Mas o que não podemos deixar de observar é a importãncias que as folhas desempenham no culto aos Òrìsàs. Para finalizar cantemos: Ewé njé Oògùn njé Oògùn tikò jé Ewé rè ní kò pè

Sua doação irá nos ajudar a manter nosso espaço Orossi em funcionamento e torná-la mais útil para você. http://br.geocities.com/toluaye

Plantas e folhas mais utilizadas para remédio

Abacateiro: diurética, cálculos renais, fígado, rins, bexiga.

Abutua/Cóculos: Cálculos renais, cólicas uterinas, fígado.

Agoniada: Inflamações de útero, ovários e menstruações difíceis.

Alcaçuz: Bronquite, tosse, laringite, rouquidão.

Alcachofra: Diminui o colesterol, digestivo, hepático.

Alecrim: estimulante, circulatório, tônico capilar e inalação.

Alecrim do Campo: Tônico, vias respiratórias e banhos relaxantes.

Alfafa: Baixa o colesterol, osteoporose, raquitismo, relaxante.

Alfavaca: Rins, prisão de ventre, aftas, bronquite, gripes fortes.

Alfazema: Calmante, asma, gases, rinite, analgésica nas dores.

Algodoeiro: Hemorragia uterina, regras profusas, reumatismo.

Ameixa folhas: Prisão de ventre, laxativo médico, azia.

Amor do Campo: Afecções das vias urinárias e rins, prostatite.

Angélica: Cólicas, gases, digestiva, nevralgias, enxaquecas.

Angico: Diarréia, desenteria, gripes. Uso externo: Lavagens e gargarejos.

Aniz Estrelado: Relaxante, insônia, gases (infantil e adulto).

Aperta Ruão: Mau hálito, fígado, diarréia, hemorragias.

Aquileia-Mil Folhas: Analgésica, febrifuga, bactericida, menopausa.

Arnica: Anti-inflamatória, reumatismo, artrite, artrose, dores.

Arueira: Diurética, ciática. Uso externo: Contusões, icterícia.

Arruda: Amenorréia. Uso externo: Varizes, flebites, abcessos, erisipela.

Artemisia: Nevralgia, cólica menstrual, vermes, circulatória.

Assa Peixe: Expectorante, tosse, resfriados, diurético, cicatrizante.

Avenca:Afecções catarrais, bronquite, tosse, laringite.

Bálsamo: Incontinência urinária, expectorante. Uso externo: Afecções da pele.

Ban Chá: Desintoxicante, digestivo, colesterol e emagrecedor.

Barbatimão: Gastrite, úlceras. Uso externo: Cicatrizante, lavagem íntima.

Bardana: Desintoxicante, depurativo, cicatrizante, colesterol.

Batata de Purga: Laxativo energético, depurativo.

Betula: Gota, colesterol, triglicérides, ácido úrico, dores.

Boldo do Chile: Hepatoprotetor, fígado, pâncreas, vesícula.

Buchinha do Norte: Uso externo para inalação contra a sinusite.

Bugre/Porangaba: Ácido úrico, gota, depurativo, emagrecedor.

Cabreúva: Diabetes, reumatismo, coluna, gota, contusões.

Cactus: Cardiotônico, contra palpitações, síndromes cardíacas.

Cajueiro: Diabetes, colesterol, triglicérides, depurativo.

Calendula Flor: Cicatrizante, calos, verrugas, frieiras, manchas.

Cambará: Expectorante, balsâmico, tosse e gripes.

Cambuí: Anti-hemorrágico, é usado nas vias respiratórias.

Camomila: Estomacal, nas cólicas das crianças e enxaqueca.

Cana do Brejo: Diurético, anti-inflamatório, cistite, próstata.

Canela: Estimulante, gripes, resfriados, febres.

Capim Cidrão – Erva Cidreira: Trata insônia, agonia, palpitações.

Capim Rosário: Depurativo das vias urinárias.

Carapiá: Afrodisíaco, irregularidades do fluxo menstrual.

Cardo Santo: Febrífugo, coqueluche, asma, bronquite, estomacal.

Carqueja Doce: Hepatoprotetora, digestiva, diurética, emagrecedora.

Carqueja Amarga: Depurativa, emagrecedora, colesterol, diabetes.

Carrapicho: Dores lombares, males da bexiga, rins.

Carobinha: Deputativa, anti-alérgica, desinteria, prostatite.

Cordão de Frade: Febre reumática, dores musculares, e circulação.

Carvalho Casca: depurativo, cicatrizante, Interno e Externo.

Cascara Sagrada: Laxativo, emagrecedora, trata a bílis e baço.

Casca d’anta-abóbora: Trata a anemia, fraqueza digestiva, vômitos.

Casca de Impurana: Balsâmica das vias respiratórias, colites.

Casca de Laranja: Relaxante, digestiva, aromática.

Castanha da Índia: Má circulação, flebite, hemorróidas e varizes.

Catinga de Mulata: Artrite, artrose, gota. Uso Externo: Psoríase, piolhos.

Catingueira: Depurativo, afrodisíaco. Uso Externo: Eczema, impingem, erisipela.

Catuaba: Energético, falta de memória, afrodisíaco.

Cavalinha: Diurético, ácido úrico, circulação, hipertensão, rins.

Cedro: Febres altas, desenterias, fraqueza orgânica. Uso externo: Dores musculares.

Centaurea – Fel da Terra: Inapetência, estômago, febre alta, hepatite.

Centella Asiática: Celulite, gordura localizada, circulatória, caimbras.

Chá Preto: Estimulante, digestivo, tônico.

Chapéu de Couro: Depurativo, colesterol, diabetes, gota, ácido úrico.

Chapéu de Napoleão – Aguai: Semente energética, uso externo comprovado.

Cinco Plantas: Espécies diuréticas.

Cipreste/Tuia: Desinteria, corrimento. Uso Externo: Feridas, úlceras, verrugas, calos.

Cipó Azougue: Depurativo, eczemas, feridas, furúnculos, herpes.

Cipó Cabeludo: Cistite, nefrite, uretrite, não elimina a albumina.

Cipó Caboclo: Orquite, hemorróidas, flebites, erisipela.

Cipó Cravo: Estomacal, gastrite, azia, gases.

Cipó Cruz Cainca: Reumatismo, diabetes, ácido úrico, inchaço.

Cipó Cruzeiro: Reumatismo, artrose, artrite, coluna, tendenite.

Cipó Prata: Areias e cálculos de rins e bexiga, dores.

Cipó Suma: Depurativo, furúnculos, acne, eczema, afecções mucosas.

Coentro Grão: Digestivo, gases intestinais, colite.

Composto Emagrecedor: Combinação de onze espécies medicinais, atuando como desintoxicante, depurativa, diurética, laxante brando.

Composto Energético: Combinação de espécies tônicas e estimulantes.

Coro-Onha – Olho de Boi: Uso Externo: Sementes energéticas para hipertensão.

Curcuma: Fígado, vias urinárias, icterícia, bronquite.

Damiana: Incontinência urinária, impotência, tônico e estimulante.

Dente de Leão: Depurativo, desintoxicante, laxante brando.

Douradinha: Diurética, depurativo, afecções cutâneas, ácido úrico.

Endro Dill: Cólicas, calmante leve, aumenta o leite materno.

Erva Baleira: Reumatismo, artrite, artrose, dores musculares.

Erva de Bicho: Tratamento de hemorróidas e úlceras, varizes, uso interno/externo.

Erva Doce: Gases intestinais, cólicas, estimulante.

Erva Passarinho: Moléstias pulmonares. Uso Externo: Eczemas, sarna.

Erva Santa Maria: Vermífuga, parasitas intestinais, laxativo.

Erva São João – Mentrasto: Anti-depressivo, males da menopausa, dores musculares, colites e cólica menstrual.

Erva Tostão – Pega Pinto: Afecções urinárias, fígado e baço.

Espinhera Santa: Gastrite, úlcera, calmante das paredes estomacais.

Estigma de Milho: Hidratante dos rins e cólica renal.

Eucalipto: Desinfetante das vias respiratórias e balsâmico.

Fava de Santo Inácio – Gengiroba: Icterícia, hepatite, purgante.

Flor de São João: Vitiligo.

Fedegoso: Laxante, depurativo. Uso Externo: Afecções da pele.

Feno Grego: Diabetes, digestivo, laxante brando.

Fucus Vesiculosus: Disfunções da tireóide, vesícula, obesidade.

Funcho: Gases, digestivo e relaxante.

Garra do Diabo: Reumatismo sangüíneo, esporão, gota, desintoxicante.

Genciana: Fraqueza orgânica, anemia, tônico estimulante de apetite.

Gervão: Tônico estomacal, fígado, pâncreas, depurativo.

Gengibre: Asma, bronquite, rouquidão, colesterol.

Gingko Biloba: Atua nos radicais livres. Oxigenação cerebral.

Goiabeira: Combate a diarréia e afecções da garganta.

Graviola: Diabetes, colesterol, emagrecimento.

Guaco: Expectorante, tosse, bronquite e resfriados.

Guaraná: Estimulante físico e mental.

Guassatonga: Gastrite, úlcera, depurativo, cicatrizante, herpes.

Hamamelis: Favorece a circulação, varizes, trombose, hemorróidas.

Hibiscus – Rosella: Anti-febril, digestivo, relaxante, obesidade.

Hipérico: Anti-depressivo.

Hortelã: Espasmos, náuseas, azia, relaxante, dispepsia nervosa.

Imburama Sementes: Tônico, gastrite, tosse, expectorante, asma.

Ipecacuanha: Desenteria, catarros do pulmão, bexiga, garganta.

Ipê Roxo/Pau d’arco: Arterioesclerose, fortifica o sangue, úlceras.

Jambolão: Eficaz no tratamento do diabetes.

Japecanga: Depurativo, diurético, sífilis, reumatismo.

Jasmim Folhas: Digestivo, alcoolismo, cardiotônico, circulatório.

Jasmim Flor: Relaxante, digestivo, insônia.

Jatobá: Balsâmico, bronquite, laringite, orquite.

Jarrinha: Nevralgias, dores musculares e artríticas, estimulante.

Jequitibá: Uso externo: gargarejos, aftas, anjina, amigdalites.

João da Costa: calores da menopausa, trata o útero e ovários.

Juá: saponáceo natural, anti-caspa uso externo.

Jurema preta: uso externo: feridas, cancros, úlceras, erisipelas.

Jurubeba: hepatoprotetor, vesícula, pâncreas, baço, intestinos.

Kumell: Diurético, cólicas, estomacal.

Levante: Febres, congestão nasal, expectorante.

Limão Bravo: Friagem, tosse, bronquite, resfriados.

Linhaça: Laxante brando, gases intestinais.

Lobelia: Desinfetante das vias respiratórias, tabagismo.

Losna: Falta de apetite, diabetes, fígado, pâncreas, bílis, mau hálito.

Lotus: Emoliente catarral, anti-tossígeno, rinite, laringite.

Louro: Amenorréia, nevralgia, cólicas estomacais e menstruais.

Lúpulo: Calamte, insônia crônica.

Maçã: Digestivo, relaxante, debilidade estomacal.

Macela: Anti-diarréica, fígado, pâncreas, colite, vesícula.

Malva Branca: Gengivite, garganta, abcessos e desinfetantes.

Mamica de Cadela: Dores de dente e ouvido. Uso interno e externo vitiligo.

Manjericão: Anti-inflamatório, garganta, tosse, digestivo.

Maracujá: Calmante, sedativo leve, insônia, alcoolismo.

Marapuama: Tônico nervino, afrodisíaco, impotência sexual.

Mate: Tônico cerebral, estimulante, digestivo, diurético.

Melão de São Caetano: Regulariza o fluxo menstrual. Uso externo: piolhos.

Melissa – erva cidreira: Cardiotônica, calmante, gastrite crônica.

Mentruz/Mastruço: Fortalecedor pulmonar, gastrite, cicatrizante.

Menta: Digestivo, espasmos, cálculos biliares.

Mil Homens: Afecções das vias urinárias, prostatite, diurético.

Mulungu: Sedativo, insônia crônica, alcoolismo, asma.

Mutamba: Afecções do couro cabeludo e queda de cabelo. Uso externo.

Noz de Cola: Debilidade física, mental e sexual, estimulante.

Nogueira: Trata útero, bexiga, inflamação dos ovários.

Noz Moscada: Estomacal, cólicas, arrotos, soluços, hipertensão.

Nó de Cachorro: Estimulante geral e afrodisíaco.

Oliveira: Regula os intestinos e pressão arterial.

Pacová: Vermífugo, trata gastralgia e estômago.

Plama Cristi: Emoliente do intestino, auxilia no emagrecimento.

Panacéia: Depurativo, afecções de pele, sífilis, diurético.

Para Tudo: Reconstituinte digestivo, evacuações sanguinolentas.

Parietaria: Cálculos renais e retenção urinária.

Pariparoba: Fígado, vesícula, baço, gastralgia e azia.

Parreira Brava: Males do fígado e digestão, reumatismo e cólicas.

Pau Ferro: Diabetes, diminuindo o volume da urina e sede.

Pau Pereira: Digestão difícil, estomacal, prisão de ventre.

Pau Tenente – Quassia: Hepaprotetos, oxiúridos, diabetes.

Pata de Vaca: Diabetes, depurativa, diurética.

Pedra Ume Caá – Insulina Vegetal: eficaz no diabetes.

Peroba: Trata a epilepsia, histeria, asma, coqueluche.

Pfafia Panic-Ging Seng: Energético, colesterol, diabetes.

Picão: Icterícia, hepatite, boca amarga, alergias. Uso interno e externos.

Pimenta de Macaco: Digestiva, afrodisíaco.

Pitanga: Febre, ácido úrico, diabetes, colesterol.

Pixuri: Usado nas paralisias e derrames. Uso externo picada de inseto.

Poejo: Expecetorante, gripes, resfriados, tosse crônica e asma.

Pulmonária: Trata pneumonia, tuberculose, enfizema pulmonar.

Pulsatila: Corrige o fluxo menstrual, cólicas.

Quebra Pedra: Cálculos renais, dores lombares, próstata, cistite.

Quina Quina: Tônico amargo, hepaprotetor, anti-diabético. Uso externo: queda de cabelo.

Quixaba: Cistos de ovário, inflamações no útero, corimento.

Romã Casca: Afecções da laringe, faringe, cicatrizante.

Rosa Branca: Inflamações uterinas, rins. Uso Externo: Banhos.

Rosa Rubra: Uso Externo: Trata mucosas, olhos, úlceras.

Rubi: Ácido úrico, reumatismo, anti-hemorrágico.

Ruibarbo: Vermífugo, laxativo, adstringente.

Sabugueiro Flor: Febre, resfriados, catapora, sarampo, escarlatina.

Sálvia: Tônico mental, digestivo eficaz, males da menopausa.

Salsaparrilha: Altamente depurativo, colesterol, ácido úrico, acne.

Samambaia: Dores reumáticas, artrite, gripes fortes.

Sapé: Retenção urinária, fígado. Uso Externo: Dentição de neném.

Sassafraz: Depurativo, dores artríticas, inchações.

Sene Folhas – Folículos: Laxativo, regulador intestinal, obesidade.

Sete Sangrias: Depurativo, hipotensor, colesterol.

Stevia: Trezentas vezes mais doce que o açúcar, para diabéticos.

Sucupira Sementes: Reumatismo agudo, osteoporose, laringe.

Tanchagem: Gargarejos, gengivites, purifica o sangue.

Tayuia – Cabeça de Negro: Psioriase, erisipela, interno/externo.

Tília: Anti-depressivo, espasmódico, calmante.

Tomilho: Tônico estomacal, desinfetante das vias respiratórias.

Umbauba: Diabetes, bronquite e tosse.

Unha de Gato: Depurativa, febres altas, reumatismo, tumores, convalescência.

Unha de Vaca: Diurética, diabetes, depurativa.

Urtiga: Menstruação irregular. Uso Externo: Irritações e corrimentos.

Urucum: Anemia, cardiotônica, colesterol. Uso Externo: Bronzeador natural.

Uva Ursi-Ursina: Areias de rins, e bexiga, ácido úrico, próstata.

Valeriana: Calmante, insônia crônica, stress, labirintite.

Velame do Campo: Escrofulose, ganglios, eczemas, depurativa.

Verbasco: Bronquite, catarros crônicos, artrite, e hemorróidas.

Verbena: Hepatoprotetora, enxaqueca, digestiva, relaxante.

Zedoaria: Gastralgias, estomatites, úlceras, mau hálito.

Zimbro: Anti-Séptico das vias urinárias, cálculos renais, febres.

Sua doação irá nos ajudar a manter nosso espaço Orossi em funcionamento e torná-la mais útil para você. http://br.geocities.com/toluaye

Esse post foi publicado em Orixa. Bookmark o link permanente.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s