História genealógica do Orossi. Hierarquia do Orossi. Onde fica o Orossi. Formação do Orossi. Festa do Orossi.


 
 
 
 

 

História genealógica do Orossi.
O Ilê Axé Ijino Ilu Orossi localiza-se no bairro Cidade Nova, Rua vinte e cinco de Dezembro 71 em Salvador, Bahia, Brasil.
É um terreiro de Candomblé, fundado em 1981 e dirigido pelo Babalorixá (José Antonio de Almeida, Baba Lankanfu, (Toluaye), Olwou Saletê Ifakulê), Nascido em 21 de Agosto 1960, natural de Salvador, iniciado em 3 de Janeiro de 1976, na nação ketu, como (Omo orixá), pela Iyalorixá Alaíde Pereira dos Santos (ylukeran), neto de (Deuandá), bisneto de Olegário de Oxum, tataraneto de Mãe Pulquéria (Terreiro do Gantois), e profunda ligação com o Terreiro da Goméia de Joãozinho da Goméia .
Pulchéria Maria da Conceição Nazaré ou Mãe Pulchéria (Ya Yiguê), (1840-1918), foi a segunda Iyálorixá do Terreiro do Gantois.
Sucessora de Maria Júlia da Conceição Nazaré, como não teve filhos, o cargo foi transmitido em 1918 para sua sobrinha, Maria da Glória Nazareth a mãe carnal de Mãe Menininha do Gantois.
Sua mãe, Maria Júlia, moradora da antiga rua da Assembleia, no atual Centro Histórico de Salvador, pertencia ao Candomblé da Barroquinha (depois transferido para o Engenho Velho com o nome de Ilé Iya Nassô Oká) e, tendo sido preterida na sucessão da casa, resolvera fundar sua própria, onde hoje fica a Federação, em terreno alugado por seu pai, Francisco. Era o terreiro do Gantois – nome derivado da família belga de traficantes de escravos que era dona do local.
Pulchéria assumiu o Gantois no ano de 1910, ampliando os trabalhos iniciados pela mãe. Frequentava o Gantois, neste período, o célebre médico Nina Rodrigues, vindo posteriormente a se tornar ogã. Além dele, Pulchéria conseguiu ampliar os trabalhos e dar grande notoriedade ao Gantois, tendo mais tarde registrado o jornal O Estado da Bahia, depoimento de Severiano Manoel de Abreu (o Jubiabá do romance de Jorge Amado) que “Pulcheria, Nana e Nicácio tiveram as suas roças frequentadas por destacadas figuras sociais da cidade, políticos eminentes, secretários de governos passados, etc., durante os dias de festa, rodeando as camarinhas onde as filhas de “Xangô”, “Oxalá” e “Oxóssi” faziam o seu noviciado com filhas de santo, trajando de branco e de cabeça rapada” excepcionalmente iniciou um homem negro chamado Olegario, em um tempo onde somente se aceitava iniciação em mulheres, que foi consagrado ao orixá Oxum.
Segundo ainda o mesmo jornal, no Gantois o “terreiro da Pulchéria” continuou, mesmo após sua morte, a ter este nome como reconhecimento junto ao grande público. Assim foi que, a 26 de maio de 1937, publicou O Estado da Bahia, a seguinte nota:
Um novo “terreiro” no Gantois
Será lançada manhã, às cinco horas da tarde, a pedra fundamental do novo “terreiro” do Gantois, ampliando a construção antiga.
Fará essa festa, os “Ogãs” e as pessoas gradas do candomblé estão convidando todos os seus amigos.
Depois dessa cerimônia, começará a festa no velho “terreiro” da Pulcheria, pela noite a dentro.

Mãe Alaide de Logunedé (Iylukeran)

Mãe Alaide de Logunedé (Iylukeran)

O grande e saudoso (João Alves de Torres Filho ou Joãozinho da Goméia, – sacerdote do Candomblé de angola, nascido em 27 de Março de 1914, na cidade de Inhambupe, a 153 quilômetros ou (95,07 milhas) de Salvador, Bahia. Onde cedeu o seu terreiro de candomblé ao Pai Olegário de Oxum, para iniciação de Miguel Arcanjo Paiva, conhecido por vários apelidos, Miguel de Tempo, Miguel Grosso e por seu Orunkó Deuandá de Yemanjá Ogunté, mais que também manifestava ou Incorporava o Ninkise kitembo muílo, motivo de muitos afirmarem que ele era iniciado a Kitembo (Tempo), o que não é verdade, foi simplesmente um acordo que Joãozinho da Goméia fezera com Pai Olegário de Oxum, no sentido de preservar a sua nação de Angola, que naquela época enfrentava disputa de nação, caminhando para uma profunda decadência.
Mantendo seus laços de parentesco e respeito hierárquico, os primeiros barcos de Yiawos foram tirado por Pai Miguel na Goméia (Terreiro da Goméia). No sentido de se criar uma fortaleza na construção de um legado patriarcal do Candomblé Afro-Brasileiro, onde o gênero masculino era visto com certo receio e descrédito pelas matriarcas. Em um destes barcos foi que a iniciação de Alaíde Pereira dos Santos (ylukeran) para o Orixá Logunedé teve seu apogeu, no final da década de cinquenta. Assin sendo esta mesma senhora veio iniciar José Antonio de Almeida, Baba Lankanfu, (Toluaye), para o Orixá Obaluaye em seu terreiro do Ilê axé Ominajexá, situado no bairro Itapuã, Salvador, Bahia, em 3 de Janeiro de 1976 .
Dez anos antes o proprio Joãzinho da Gomeia, em 1966, num momento repleto de contradições e paradoxo, voltou à Bahia e deu “obrigação” com Mãe Menininha do Gantois. Segundo a Iyalorixá Mãe Alaide de Logunedé, Um Ogan chamado Pai Daniel, juntamente com Giselle Cossard Binon – Omindarewa, Iyalorixá do Candomblé do Rio de Janeiro, conhecida por Mãe Giselle de Iemanjá, sua filha de santo Iemanja, antropóloga e escritora, Franco-brasileira, fizeram a mesma narrativa que Joãozinho da Goméia foi fazer sua obrigação; tirar a mão de Vumbi (egum) e fazer bodas de prata…” Depois, ele fez uma grande festa no Rio de Janeiro, para os filhos que não puderam ir à Bahia.” Ainda segundo seus filhos, Joãozinho da Goméia não apenas fez sua obrigação com Mãe Menininha como foi o primeiro homem que ela permitiu que vestisse o Orixá e dançasse em público “virado” no santo. Para entender a importância desse ato (mesmo que apenas mais um aspecto da lenda) é preciso ler em Ruth Landes as restrições que Mãe Menininha fazia quanto à apresentação pública de homens em transe.
Partido do principio que homens não apresentavam-se em púplico manifestado com o Orixá, pior ainda se o Orixá fosse feminino, daí surgiu o tabu que alguns Orixás Feminino de hipótese alguma poderia ser consagrado na cabeça de homens, ou um Yiawo masculino, não poderia jamais ser iniciado para Yiabás., com o passar dos tempos os Sacerdotes foram rompendo tabus e preconceito, criado pelas matriarcas do Candomblé do Brasil. Embora este tabu tenha sido quebrado pela primeira vez por Mãe Pulchéria (Ya Yiguê), iniciando Pai Olegário (1840-1918), Afirmando que os humanos não escolhem os Orixás e sim, são escolhidos por eles, independentemente de cor, sexo ou credo.

Pai Miguel. Deuanda de YIemanja

Pai Miguel. Deuanda de YIemanja

O Ilê Axé Ijino Ilu Orossi localiza-se no bairro Cidade Nova, em Salvador, Bahia, Brasil.
É um terreiro de Candomblé, fundado em 1981 e dirigido pelo babalorixá Pai Antonio de Obaluaye (José Antonio de Almeida, Baba Lankanfu), iniciado a 3 de Janeiro de 1976 de “nação” ketu (queto). Encontra-se registrado na Federação do Culto Afro Brasileiro de Salvador, desde 16 de Maio de 1984, valorizando a cultura afro-brasileira como herança de origem das religiões de matriz africana. Foi incluído no Programa de Mapeamento dos Terreiros de Candomblé de Salvador em 2008. Tem como patrono o Orixá Obaluaye (Sakpata). A tradição aponta a origem do culto de Sakpatá na localidade de Kpeyin Vedji, na Cidade de Savalú, um enclave iorubá dentro do território mahi a noroeste de Abomei. Desta dupla procedência permanece a curiosidade de que Sakpatá é considerado uma divindade iorubá (“nagô”) pelos fon e gun (“jêje”) pelos iorubás.
Savalu ou Savalou é uma cidade da República do Benim, localizada no Departamento de Collines a uns 70 quilômetros da cidade de Dassa-Zoumé onde existe o Templo Dassa-Zoumé dedicado a Nanã Buruku. O termo Saluvá ou Savalu, na verdade, vem de “Savé” que era o lugar onde se cultuava Nanã, também indica o nome do povo dessa região, que veio escravizado para o Brasil. Em termos de identidade cultural, forma uma subdivisão da cultura yoruba.
Depois do falecimento de sua Yialorixá Alaide pereira dos Santos (Yia Yilukeran), Toluaye viaja para a República do Benim, especificamente em Cotonou ou Cotonu que é a maior cidade do Benim, Porto Novo, no golfo da Guiné. Tinha cerca de 760 mil habitantes. Foi um Estado autónomo até ao século XVIII, quando passou para o reino do Daomé. Em 1883 foi ocupada pelos franceses. Foi justamente nesta cidade que foi assinado em Junho de 2000 o acordo de Cotonou com a União Européia, no mesmo ano da sua primeira visita em Novembro, acompanhado por kadya Tall, antropóloga, Francesa, pesquisadora do Centre d’études africaines (Ceaf) em Paris.
Por ser a capital econômica do Benim, é uma cidade barulhenta, poluída, não sendo portanto considerada uma das mais bonitas cidades da África Ocidental. Não possui muitos recantos turísticos, mas um deles, o “Mercado dos Feitiços” (”Marché des Fétiches”), em (francês), é um dos lugares para se visitar. Consiste de uma feira ao ar livre onde se pode comprar de tudo., Desde tecidos muito requintados a amuletos e poções para rituais e magias.

Kadya Tall e Camille Amouro. Benin

Kadya Tall e Camille Amouro. No Benin

Dias depois de ter o seu passaporte em mãos, confiscado pelas autoridades locais, pelo fato de não ter tirado o seu visto para entrar no Benin, Toluaye, juntamente com Kadya Tall, e um ator dramaturgo, chamado Camille Amouro que fez toda tradução da lingua fon para o Francês., seguem em direção a Savalu a procura de um Bokonum (Sacerdote de Ifá (Fá), no sentido de consultar os Deuses e seguir as suas orientações.
Confirmando os seus rituais para purificação e andamentos de seus objetivos, foi marcado no templo de uma sacerdotisa do culto a Nanã Buruku, ritos inerentes a sua buscas e determinações. Seguindo para outro templo indicado pelo Rei de savalu, Lokanfu (Toluaye) recebe das mãos do Chefe de Culto (Babalorixá) um colar feito de misangas intercalados de pedras da montanha de Savalu onde se cultua Obaluaye (Sakpatá), juntamente com duas pequenas pedras, para ser colocadas em seu Terreiro de Candomblé no Brasil.

Festas no Ilê Ashé Ijino Ilu Orossi.
O ciclo de festas do orossi é anual, todavia pode variar nas datas, conforme a vontade dos Orixás. Nem todas as festas são feitas para o público, pois existem em todos os terreiros de Candomblés as ditas “festas de barracão”, onde só os membros mais chegados da comunidade podem participar. Destacamos algumas festas mais importantes que são anuais, independentes de ser pública ou não, todavia são festividades que acontecem rigorosamente todos os anos.

Orô Ejé Exú e Ogun

 
 
 
 

Orô Ejé Exu e Ogun

Orô Ejé Exu e Ogun

 

O lorogun acontece propositadamente no período da quaresma católica, logo depois do carnaval, que na verdade é um descanso coletivo, terminando justamente no sábado de aleluia (primeiro sábado da lua cheia), onde começa o início do ano litúrgico (Ano Novo) para o povo do santo. No sábado de aleluia, geralmente as dez horas da manhã iniciamos o ritual do Padê e do “Ajé” , retirando as energias negativas que por ventura estejam instalados nos adeptos), dando prosseguimento ao “Oro Ejé” (Segrêdo dos Sangues), que na realidade são três sangues distintos de origem animal, vegetal e mineral para os orixás Ogun e Exu, os guardiões dos templos, dos caminhos e movimentos do humano (Bará). Acontece num clima de muita alegria, harmonia e comunhão, onde a maioria dos omó orixás (filho de santo) retribuem com honra e prazer as oferendas aos seus respectivos Igbás Exu, “Igbá Bará” (assentamento de exu). As oferendas são inúmera iguarias pertinentes aos dois Orixás., Ogum e Exú que consiste em: Bebidas de várias origens, cereais, raízes, bodes, galos, patos, conquens e pombos. Mais tarde temos a honra de receber com muita alegria, num estado de euforia o nosso pai Ogum, através de Toluaye, que dança e distribui benção pra toda comunidade.

Orô Akará, (Siré Àkàrà) ou Festa do Acarajé.

 
 
 
 

Festa do Akarajé Orossi

Festa do Akarajé Orossi

 

 
A festa do Akará no Ilê Axé Orossi acontece sete, quatorze ou vinte e um dias depois do Orô Ejé Exu e Ogun, ou dependendo da vontade do Orixá Obá, pois é ela quem dança com os Acarás dos ancestrais, Acará de Xangô e o Acará de Oya. A festa do Akará é uma alusão ao pão sagrado da cultura Africana, a ligação do Axé com os ancestrais, confraternização e a renovação dos laços da comunidade. Sem dúvida é uma das festas mais contagiantes e esperada do calendário. No final da festa todos recebem uma rosa pelas mãos do Orixá Obá

Orô Yabá, Siré Àwon Ayaba ou Festa das Ayabas

 
 
 
 

Festa dos Aborós e Ayabás

Festa dos Aborós e Ayabás

 

 
A festa das ayabás tem por objetivo, homenagear os grandes Òrìsà femininos. A festa das Ayabas é uma cerimônia muito alegre e harmoniosa, que todos os filhos da casa vestem seu Orixá. As datas desta grande festas são móveis, podendo acontecer antes ou depois da Festa do Akará. Antigamente fazíamos a Festa das Ayabas separada da Festa dos Aborós (Òrìsà masculino) ou Orô Aborós, Siré Àwon Aborós, mas devido aos altos custos de sua realização individualizada, resolvemos por unanimidade unificarmos. A festa dos Aborós e Ayabás como chamamos é de grande beleza, no final oferecemos um grande banquete com todas iguarias pertinentes aos Orixás reverenciados.

Olubajé – Olu (Senhor) Ba (rei) Jé (comida) = (Banquete do Rei Senhor).

Olubajé Orossi

Olubajé Orossi

O Olugbajé é a festa anual, que acontece no mês de Agosto em homenagem ao patrono do Orossi que é Obaluayê. A data é marcada depois do Oberó Ejé de Xangô no mês de Junho. No Olubajé as comidas são servidas na folha de mamona. Rememorando um itan (mito) onde todos os Orixás para se acertarem com Obaluaiyê, por motivos de ter sido chacoteado numa festividade feita por Xangô por sua maneira de dançar.
Nessa festividade, todos os Orixás participam, com exceção de Xangô e principalmente Osanyin, Oxumarê, Nanã e Yewá, que são de sua família. Oyá tem papel importante por ser ela que ajuda no ritual de limpeza e trazer para o barracão de festas a esteira, sobre a qual serão colocadas as comidas.
Olubajé é ritual especifico para o orixá Obaluayê, indispensável nos terreiros de candomblé, no sentido de prolongar a vida e trazer saúde a todos os filhos e participantes do axé. No encerramento deste rito é oferecido no mínimo nove iguarias da culinária afro-brasileira chamada de comida ritual pertinente a vários Orixás, simbolizando a Vida, sobre uma folha chamada “Ewe Ilará” conhecida popularmente como mamona assassina, “altamente venenosa” simbolizando a Morte (Iku).
Oro Ejé Aku. Festa dos Ancestrais.
(Oro Àwon Esa (Cerimônia de Lembrança aos Ancestrais)

 
 
 
 

Axexe Orossi

Axexe Orossi

 

 
A homenagem aos nossos ancestrais, à exemplo do calendário católico, ocorre no dia de finados, ou seja, começa no dia primeiro, estendendo-se por todo dia dois de Novembro. Esse é um dia de muito respeito e celebração no Orossi, afinal, estamos lembrando a memória daqueles que perpetuaram a cultura africana no Brasil. É de fundamental importância lembramos àqueles que já se foram, sobretudo quando completaram o ciclo de vida de forma plena. As homenagens acontecem no Ilé Ibo Aku (casa de adoração aos ancestrais) de Baba Itiferin (nome do nosso Baba ancestral).
Este ritual é semelhante a uma cerimônia de Axexê, embora com pequenas diferenças, mas tudo é feito obedecendo a um único propósito. O processo de preparação é moroso, feito com muito amor e carinho, depois a entrega do Carrego de Egum igbalé, é a cerimônia fúnebre mínima que se dedica a qualquer iniciado no candomblé quando morre. As variações dos festejos neste período surgem, quando algum ente querido morre.
Depois de arrumar o carrego que vai ser despachado “como é dito pelo povo do santo”, canta-se o arremate no dia seguinte à tarde, antes do pôr-do-sol, as mesmas cantigas do Axexê são ainda entoadas, no final são louvados os orixás, e empreende-se uma limpeza ritual do terreiro, com a participação eventual dos orixás que porventura tenha se manifestado em seus elegun.
Exaltamos neste dia os cânticos de Baba Iku (Morte), que é o único Orixá que incorpora em toda cabeça humana, e foi permitido e abençoado por Olodumare a conduzir o ciclo da criação. Iku é o Orixá designado a vir todos os dias ao Aiye escolher homens e mulheres a ser reconduzidos ao Orum, retirando o emi (sopro da vida), condição imposta para a renovação da existência. Sua celebração no ritual do Axexê comemora a volta do homem ao todo primordial, reafirmando o grande mistério e possibilitando outras vidas. Os vestes brancos neste ritual simboliza a verdade absoluta, morte e vida.

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13 respostas para História genealógica do Orossi. Hierarquia do Orossi. Onde fica o Orossi. Formação do Orossi. Festa do Orossi.

  1. Oderan disse:

    Artigo muito bem escrito e informativo, obrigado! Que os Orixas continue sempre lhe abencoando. Abracos!

    • João Baptista ( Batista ayodele disse:

      Sua benção meu avô.

      Fiquei bestificado ao me deparar com uma historia geneologica , que jamais imaginei estar incerido, estou sem palavras neste momento. Vou lé mas sobre esta tão enriquecedora historia e depois farei o meu comentario. Axe , axe . Meu pai OBALUAE que lhe abençoe.

  2. Célia Maria disse:

    Gostei muito do artigo. Nele está toda nossa história de uma forma clara e de fácil entendimento. Fiquei sabendo de coisas que até então desconhecia. Seria muito bom que todos os filhos do Orossi tivessem interesse de conhecer a origem do seu Axé.

  3. ROGERIO disse:

    muito bom esses documentario postado,por voz
    dezejo-lhes muita luz,muita sabedoria e muito axè
    um bom dia a todos (PADRINHO DE UMBANDA) ROGERIO

  4. Berg Araújo disse:

    Perfeito! Fiquei muito feliz em conhecer a HISTÓRIA do meu ashé. Sobre tudo, que a sua fundação foi no mesmo ano de meu nascimento.
    É um prazer imensurável fazer parte de uma casa rica de força cultural.

    Berg Araújo (OGAN DANJIDAN).

  5. HUGO disse:

    MOTUMBA BABA … GOSTEI MUITO DO ARTIGO BEM EXPLICADO OBRIGADO POR TUDO QUE MINHA MAE YEMANJA ABENÇOE VC ABRAÇO

  6. Mojegbe (Ogan Orossi) disse:

    Orgulho-me de ser do Orossi

  7. Rita Maria Brito Santos disse:

    A sua benção, e que minha mãe Nanã sempre o ilumine. Este artigo revela-se como peça importante da nossa tradição..
    Rita Brito

  8. Dnei gingarte disse:

    É incrível como estamos interligados à muitos “egbès”; temos parentes que nem imaginávamos que temos. Ao conversar com alguém do “ashè”, observar peculiaridades da nossa família, vamos à crucial pergunta: Qual a origem da sua família, ou quem é o pai ou a mãe do seu babà ou yià? Daí então fazemos as ligações e temos a certeza de que estamos conversando com mais um parente de ashè que ainda não conhecíamos. Motumbà à toda minha família de ashè!!!!!!
    (Dnei gingarte- Ogan Jikàwrè)

  9. ROSY disse:

    MOTUMBÁ ,ADOREI LER ESTE ARTIGO SOBRE NOSSA FAMÍLIA DE ASÉ QUE É ENORME ,MUITO ESCLARECEDOR DE PARTES DA HISTÓRIA QUE NEM IMAGINÁVAMOS ,PARABÉNS VOU ME APROFUNDAR MAIS ,MOTUMBÁ A TODA MINHA FAMÍLIA DE ASÉ!!!!!
    (ROSY DE OYÁ) DO Ilê AGANÃ ASÉ LABURÉ BABALORYXA BETO DE IGBÚ

  10. Farode Doxosi disse:

    meus respeitos incondicionais, percebe-se que neste demonstrativo genealogico que se trata de nascente, de agua pura e cristalina para matar a sede, que o orosí continue a saciar a sede de todos os que lhe buscam, orosí, mojubá

  11. Doné Wanda Jarhanna de Buzios e Iguaba Grande regiao dos lagos/RJ disse:

    Meu Kolofé! adorei .e estou muito feliz por ter me proporcionado tal prazer de sua sabedoria com respeito a nossas matrizes africanas . Os ensinamentos valiozíssimos, que somam a nossa historia de vida. Meus parabéns !!!muito axé a todos vcs. bjs Modupé

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